sábado, 2 de agosto de 2014

Tabela

POSTIMEPJVEDGPGCSG
1Cruzeiro2812912281216
2Corinthians23126511569
3Fluminense221271420119
4Internacional221264218117
5Sport211263311110
6Santos20125521569
7Goiás2012552981
8São Paulo191254319154
9Atlético-PR191254319163
10Grêmio19125431082
11Atlético-MG151143413121
12Palmeiras1312417916-7
13Criciúma1112426818-10
14Botafogo111233614140
15Chapecoense1111326813-5
16Vitória11122551215-3
17Coritiba10122461115-4
18Flamengo1012246819-11
19Bahia912237814-6
20Figueirense712219520-15
P: Pontos / J: Jogos / V: Vitórias / E: Empates / D: Derrotas / GP: Gols Pró
GC: Gols Contra / SG: Saldo de Gols

Toda A Evolução Dos Uniformes Do Palestra Ao Palmeiras

Muitos dizem que na primeira partida da vida do clube, quando o Palestra Itália venceu o Savóia de Votorantim por 2 a 0, conquistando a taça Savóia em 24 de janeiro de 1915, nossos jogadores teriam vestido camisas azuis. O fato, porém, não é verdadeiro. À época da fundação do Palestra Itália já se estabelecera que as cores seriam verde, branco e vermelho, em alusão à bandeira da Itália. Na partida inaugural, o Palestra Itália vestiu camisa verde com punhos e golas brancas. Do lado esquerdo do peito, as letras “P” e “I” apareciam bordadas em branco e sobrepostas uma na outra. Os calções brancos e meias verdes, com uma faixa branca e outra vermelha, compunham os trajes dos futebolistas palestrinos naqueles anos.
Primeiro Uniforme
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1916
Em 1916, por conta da estreia do Palestra Itália no Campeonato Paulista, adotou-se um novo modelo de uniforme. As camisas permaneceram na cor verde, porém ganharam uma grande faixa central branca. Do lado esquerdo, o símbolo escolhido foi a Cruz de Savóia, que representava a Casa Real Italiana, em substituição as letras “P” e “I”. As golas e punhos permaneceram na cor branca, bem como o calção. As meias também não sofreram quaisquer alterações.
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1917
Em 1917 houve nova mudança no escudo da camisa. A Cruz de Savóia dava lugar às letras “P” e “I”. Bordadas na cor verde, eram orladas por um triângulo em tom idêntico. As demais peças do vestuário dos atletas não sofreram quaisquer alterações.
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1918
Em 1918, a camisa passou a ser verde, com os punhos e golas brancas. O distintivo foi mudado novamente. Seu formato passou a ser um círculo, orlado de vermelho. No centro, ao alto, um círculo menor, branco. Dentro dele o antigo triângulo, em verde, com as letras "P" e "I" entrecortando-se em branco.
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Foi assim até 1942, quando, após a mudança de nome para Palestra de São Paulo, e depois para Palmeiras, desapareceu o vermelho, ficando apenas o verde e o branco, com a letra "P" no centro, indicando a inicial do nome do clube.
Réplica do uniforme usado no título Mundial de 1951
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1954
Eventualmente, o Palestra Itália utilizou-se de outros modelos de uniforme que fogem dos padrões tradicionais estabelecidos como oficiais. Como exemplo, em 1929 e 1931, diante do Ferencvaros, da Hungria, e em 1954, diante do Corinthians, quando o time vestiu-se, aí sim, com camisas azuis.
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1959
Em 1959 o distintivo da camisa do Palmeiras sofreu nova alteração. O tradicional “P” dava lugar a um novo escudo, o qual permanece até os dias atuais.

1993
Em 1993, novas transformações, que marcaram o início da co-gestão com a Parmalat: a camisa verde, em tom mais claro que as anteriores, ganha faixas verticais brancas.
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1997
No ano de 1997 as listras brancas deixam de existir no uniforme oficial, voltando a ser todo verde.
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2000
Outro caso similar aconteceu em 2000, quando a equipe do Palmeiras utilizou um modelo de camisa com várias tonalidades da cor verde em degradê.
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2006
Em 2002 e 2006 o Palmeiras utilizou também uma camisa comemorativa na cor prateada.
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2007
A partir de 2007, uma camisa na cor verde-limão foi utilizada como a terceira camisa do Verdão.
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2009
Em 2009, o Palmeiras passou a ter um novo terceiro uniforme, o azul. No peito, o escudo é o brasão oficial da família Real italiana, a Cruz de Savóia, o primeiro símbolo do clube em todos os tempos. Já a cor azul da camisa é uma homenagem à origem italiana do Palmeiras, antigo Palestra Itália.
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2010
Em 2010, o Palmeiras continuou com o primeiro uniforme verde, seguido do verde-limão e a terceira camisa passou a ser listrada em tons de verde

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2011
Em 2011, o Palmeiras manteve o primeiro uniforme no tom verde escuro, mas com o distintivo usado no ano de 1951. O segundo uniforme passou a ser branco com faixar na altura do peito que remetem às cores do Palmeiras. O terceiro uniforme foi uma homenagem ao time de 1993, com listras brancas verticais.

Tudo Do Estádio Palestra Italia Do Palmeiras


História do estádio Palestra Itália remonta à virada do século 19 para o século 20 e envolve uma das mais tradicionais empresas brasileiras da época, a Companhia Antarctica Paulista. Pensando no lazer de seus funcionários, a empresa criou o Parque da Antarctica, um espaço de 300 mil metros quadrados que abrangia uma vasta área verde, com lago, parque infantil, restaurantes, choperia, local para bailes, reuniões e áreas para a prática esportiva (incluindo pistas de atletismo, quadra de tênis e um dos primeiros campos de futebol da cidade). Em pouco tempo, o parque passou a ser uma referência não só para a prática do futebol, mas também para diversas atividades ao ar livre, como corridas de automóveis, lutas de boxe, etc.

Com a crescente paixão pelo futebol, esporte que já tinha adeptos em grande número não só em São Paulo, mas também no Brasil, o espaço passou a ser muito requisitado para esta prática esportiva. A empresa, então, passou a alugar o campo de futebol lá existente para clubes nos primeiros anos do século 20. O Germânia, clube de origem alemã, passou então a ser o mandante do campo.

Exatamente no dia 3 de maio de 1902, o Mackenzie College venceu o Germânia (atual Esporte Clube Pinheiros) no Parque Antarctica, por 2 a 1, dando início ao primeiro campeonato oficial de futebol do Brasil, o Paulista. Com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o Germânia diminui suas atividades sociais e repassou seu contrato de locação para o América F.C. (já extinto), clube este que foi fundado por Belfort Duarte. Por sua vez, com dificuldades econômicas, o América passou a sublocar o espaço para outras equipes. Foi assim que, exatamente no ano de 1917, o Palestra Itália passou a mandar seus jogos no Parque Antarctica. O contrato de então previa que o América utilizasse a estrutura nas terças, quintas, sábados e domingos, enquanto o Palestra Itália usaria o local nos mesmos dias, porém na parte da tarde, para treinos e partidas oficiais.

Em 1920, contando com o apoio da Companhia Matarazzo, o Palestra Itália efetuou a compra do campo de futebol e de grande parte do terreno do Parque Antarctica pelo valor total de 500 contos de réis, uma verdadeira fortuna à época. As condições de pagamento também não eram muito favoráveis: metade a vista, outra metade em duas prestações anuais de 125 contos de réis. Era uma aposta ousada, mas que foi aceita de pronto pelo presidente Menotti Falchi. Exatamente no dia 27 de abril de 1920, o contrato entre as partes foi firmado.

Na escritura de compra, as condições de favorecimento aos empregados e ao comércio dos produtos Antarctica eram explícitas. A exclusividade duraria 99 anos: desde a fundação do Parque, 1904, até 2003, só produtos daquela fábrica poderiam ser vendidos. Na primeira partida como legítimo proprietário do estádio, no dia 16 de maio de 1920, o Palestra Itália aplicou uma sonora goleada sobre o Mackenzie, por 7 a 0, gols de Caetano (3), Heitor (2), Fabbi e Imparato.

O Palestra Itália conseguiu, com dificuldades, pagar as duas primeiras parcelas do pagamento, porém não conseguiu arcar com a última delas. A solução foi vender uma parte do terreno para o conde Francisco Matarazzo, que pagou a soma de 187 contos de réis. Aos poucos, o clube passou a investir em grandes reformas no local, incluindo a construção da arquibancada geral, ainda de madeira, e da tribuna social (reservada aos associados do clube). Em 13 de agosto de 1933, o Palestra Itália vencia o Bangu, por 6 a 0, pelo Torneio Rio-São Paulo, marcando a inauguração do “Stadium Palestra Itália”.

Já com arquibancadas de concreto, tratava-se do maior, mais moderno e imponente estádio do país na época. Neste mesmo período, a sede social do clube foi transferida do centro da cidade para o entorno do estádio. No final da década de 1950, foi iniciada uma nova e profunda reforma, onde a arquibancada foi totalmente reconstruída e passou a ter mais do que o dobro da capacidade anterior. O campo foi suspenso – daí surge o nome de “Jardim Suspenso” – e foram construídos vestiários no sub-solo. A reinauguração aconteceu no dia 7 de setembro de 1964, com o jogo Palmeiras x Guaratinguetá, pelo Campeonato Paulista.

A partir da década de 1990, o Palmeiras fez diversas obras de melhorias, para aumentar o conforto dos torcedores e começar a formalizar, aos poucos, o grande sonho de gerações de palestrinos e palmeirenses: a construção de uma nova Arena, que será em breve um dos estádios mais modernos das Américas. No velho, e sempre novo, Palestra Itália foram decididos Campeonatos Paulistas, Brasileiro de Seleções, Mercosul e a Libertadores de 1999. Foi no local também que a seleção brasileira exibiu-se pela primeira vez na cidade de São Paulo e obteve sua primeira conquista da Copa Rocca, em cima da Argentina.

Além disso, as velhas chaminés que ainda existem no outro lado da Avenida Francisco Matarazzo já presenciaram outros feitos memoráveis, como o Palestra vencer o Corinthians por 8x0 e o Palmeiras golear o Boca Juniors por 6x1, entre tantos outros. Boca Juniors, inclusive, que foi convidado a participar do jogo de despedida do antigo estádio Palestra Itália, no dia 9 de julho de 2010. Após esse jogo, o estádio foi fechado para o início das obras do Allianz Parque.
Divulgação
6 / 13
As sociais também eram de madeira nos anos 1920
DADOS DO ESTÁDIO
Estádio Palestra Itália (São Paulo – Brasil)
Capacidade: 27.650 lugares
Dimensões do campo: 110 metros por 75 metros
CURIOSIDADES HISTÓRICAS
Desempenho do time no Palestra Itália:
Partidas: 1570
Vitórias: 1063 (67,8%)
Empates: 318 (20,2%)
Vitórias adversárias: 189 (12%)
Gols marcados: 3695 (média de 2,3 por jogo)
Gols sofridos: 1485 (média de 0,94)
Principais títulos conquistados:
Copa Libertadores da América: 1999
Copa Mercosul: 1998
Torneio Rio-São Paulo: 1933
Campeonato Paulista: 1920, 1926, 1933, 1936, 1976 e 2008
Campeonato Paulista Extra: 1926 e 1938
Quem mais jogou:
Marcos (1996 a 2011) - 211 partidas
Quem mais fez gols:
Heitor (1916 a 1931) - 173 gols em 172 partidas
Recorde mundial de invencibilidade:
68 jogos entre 1986 a 1990
PARTIDAS HISTÓRICAS
Primeiro jogo no Parque Antarctica:
Palestra Itália 5 x 1 Internacional
21 de abril de 1917
Árbitro: Nestor Pedroso de Carvalho
Palestra Itália: Flosi, Bianco, Grimaldi, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Severino, Martinelli.
Gols: Caetano e Heitor (4).
Primeiro jogo como proprietário:
Palestra Itália 7 x 0 Mackenzie
16 de maio de 1920
Árbitro: Manuel Domingues Corrêa
Palestra Itália: Primo, Bianco, Grimaldi, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Ernesto Imparato, Imparato II.
Gols: Caetano (3), Heitor (2), Fabbi e Imparato.
Maior Goleada:
Palestra Itália 11 x 0 Internacional
8 de agosto de 1920
Árbitro: Odilon Penteado do Amaral
Palestra Itália: Flosi, Bianco, Pedretti, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Ernesto Imparato, Martinelli.
Gols: Ministro (2), Imparato, Caetano, Martinelli e Heitor Marcelino (6 - recorde)
Primeiro jogo noturno: 
Palestra Itália 3 x 3 Juventus
24 de maio de 1930
Árbitro: Thomaz Cicarelli
Palestra Itália: Nascimento, Loschiavo, Nigro, Gino, Goliardo, Serafini, Ministrinho, Carrone, Heitor, Lara, Osses. - Técnico: Eugenio Medgyesy "Marinetti"
Gols: Lara, Carrrone e Heitor
Inauguração Oficial do Estádio Palestra Itália:
Palestra Itália 6 x 0 Bangu
13 de agosto de 1933
Árbitro: Haroldo Dias da Mota
Palestra Itália: Nascimento, Carnera, Junqueira, Tunga, Dula (Zico), Tuffy, Avelino, Gabardo, Romeu Pellicciari, Lara, Armandinho - Técnico: Humberto Cabelli
Gols: Gabardo, Avelino, primeiro tempo; Avelino, Romeu Pellicciari, Gabardo, Romeu Pellicciari, segundo tempo.
Último Jogo com alambrados (fecha para reformas):
Palmeiras 7 x 0 Internacional de Limeira
21 de abril de 1962
Árbitro: João Etzel
Palmeiras: Rosan, Jorje, Sebastião, Mané, Flávio (Giovani), Jurandir, Gildo, Américo, Zeola (Goiano), Ademir da Guia, Américo II.
Gols: Américo, primeiro tempo; Américo (2), Gildo (3), Giovani.
Primeiro jogo no Jardim Suspenso (pós-reformas):
Palmeiras 2 x 0 Esportiva de Guaratinguetá
7 de setembro de 1964
Árbitro: Teodoro Niti
Público: 31.899 pagantes
Palmeiras: Valdir, Caetano, Djalma Dias, Valdemar Carabina, Ferrari, Dudu, Tupãzinho, Gildo, Ademar, Picolé, Rinaldo.
Gols: Ademar, Rinaldo, primeiro tempo.
Recorde de Público:
Palmeiras 1 x 0 XV de Piracicaba
18 de agosto de 1976 - a partida decidiu o Campeonato Paulista
Árbitro: Romualdo Arppi Filho
Público: 40.283 pagantes
Palmeiras: Leão, Valdir, Samuel, Arouca, Ricardo, Pires, Ademir da Guia, Edu, Jorge Mendonça, Toninho, Nei.
Gol: Jorge Mendonça, primeiro tempo.
Milésima Vitória:
Palmeiras 2 x 0 Grêmio
6 de outubro de 2007
Árbitro: Heber Roberto Lopes
Público: 22.667 pagantes
Renda: R$ 428.170,00
Palmeiras: Diego Cavalieri; Paulo Sérgio, David, Dininho (Gustavo) e Valmir; Wendel, Makelele, Valdívia e Caio; Luiz Henrique (Deyvid) e Rodrigão (William) - Técnico: Caio Júnior
Gols: Caio e Rodrigão, 12min e 22min do primeiro tempo
Jogo de Despedida (fecha para reformas):
Palmeiras 0 x 2 Boca Juniors
9 de julho de 2010
Árbitro: Cléber Wellington Abade
Público: 17.786 pagantes
Renda: R$ 1.214.512,00
Palmeiras: Bruno (Deola); Vitor, Maurício Ramos (Léo), Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Márcio Araújo (Vinícius), Cleiton Xavier e Lincoln (Marcos Assunção); Ewerthon (Tadeu) e Kleber – Técnico: Flávio Murtosa
Gols: Boca Juniors: Viatri e Muñoz, 19min e 37min do primeiro tempo

Todos Os Presidentes Do Palmeiras

PALESTRA ITÁLIA – PALMEIRAS (1914 a 2011)

1914 
Ezequiel Simoni (26/08/1914 a 25/10/1914)
  
Augusto Vaccari (25/10/1914)
Fundação e organização dos primeiros estatutos do Palestra Itália
  
1915 
Augusto Vaccari (até 16/06/1915)
  
Leonardo Pareto (16/06/1915 a 16/12/1915)
 
Francesco De Vivo (16/12/1915)
  
Fabio Ferré (1915)
Conquista do primeiro troféu, a Taça Savoia; Início das atividades esportivas
  
1916 
Francesco De Vivo (até 25/01/1916)
  
Ludovico Bacchiani (25/01/1916 a 17/11/1916)
  
Frederico Sutti (17/11/1916)
Taça Cruz Vermelha Italiana, Taça Pró-Ospedale, Torneio Festival Estadual de Taubaté, Torneio Festival Ludovico Bacchiani; Ingresso na Associação Paulista de Esportes Atléticos - APEA
  
1917 
Frederico Sutti (até 05/01/1917)
  
Guido Sarti (05/01/1917 a 26/12/1917)
  
Ludovico Bacchiani (26/12/1917)
Campeão Paulista de Segundos Quadros (17), Vice-Campeão Paulista; Inauguração de uma suntuosa sede social na rua Líbero Badaró
  
1918 
Ludovico Bacchiani (até 11/04/1918)
  
Duilio Frugoli (11/04/1918 a 05/07/1918)
  
Valentino Sola (05/07/1918)
Taça Jornal do Comércio, Troféu da Associação dos Chronistas Sportivos; O Palestra Itália ofereceu a sua sede social, situada na rua Líbero Badaró, para ser transformada num hospital para as vítimas da gripe espanhola, cedendo também 30 leitos, além de um donativo mensal de 500$000 (quinhentos mil réis), enquanto o surto durasse.
  
1919 
Valentino Sola (até 21/02/1919)
  
Duilio Frugoli (21/02/1919 a 27/05/1919)
  
Menotti Falchi (27/05/1919)
Campeão Paulista de Segundos Quadros, Vice-Campeão Paulista; Iniciada as negociações com a Companhia Antarctica Paulista, o Palestra Itália concretizou o arrendamento exclusivo do estádio para a disputa dos seus jogos.
  
1920 
Menotti Falchi (até 23/04/1920)
  
Alberto Sironi (assumiu interinamente a presidência em 23/04/1920 até 10/11/1920)
  
Davide Picchetti (10/11/1920)
Campeão Paulista, Campeão Paulista de Segundos Quadros, Campeão Estadual; Compra do Parque da Antarctica, modificando o nome para Stadium Palestra Itália
1921/1922 
Davide Pichetti
Vice-Campeão Paulista (21/22), Campeão Paulista de Segundos Quadros, Taça Guarani; Criação da Comissão Pró-Estádio para construção das arquibancadas do Palestra Itália
  
1923 
Davide Picchetti (até 16/04/1923)
  
Francesco De Vivo (16/04/1923)
Taça Atillio Narâncio, Campeão Paulista de Segundos Quadros; Fundação do Departamento de Basquete, primeiro projeto arquitetônico para o estádio Palestra Itália, desenvolvido pelo arquiteto Ettore Battisti
  
1924 
Francesco De Vivo
Taça Cavalheiro De Vivo, Taça Elpídio de Paiva Azevedo; Concurso para o projeto do estádio Palestra Itália
  
1925 
Francesco De Vivo (até 05/05/1925)
  
Giuseppe Perrone (05/05/1925 a 28/11/1925)
  
Francesco De Vivo (28/11/1925)
Torneio Eliminatório da APEA, Taça Prefeitura de São Paulo; Primeira Excursão do Palestra Itália pela América do Sul – Argentina e Uruguai
  
1926 
Francesco De Vivo (até 16/04/1926)
  
Giuseppe Perrone (16/04/1926 até 26/08/1926)
  
Francesco De Vivo (26/08/1926)
Campeão Paulista, Campeão Paulista Extra, Campeão Estadual, Campeão Paulista Extra de Segundos Quadros, Torneio de Campeões SP-RJ; Aquisição da nova sede social, localizada na Praça da República.
  
1927 
Giuseppe Perrone (até 04/03/1927)
  
Francesco De Vivo (04/03/197 a 09/09/1927)
  
Giuseppe Perrone (09/09/1927)
Campeão Paulista, Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista, Campeão Estadual, Campeão Paulista de Segundos Quadros; Iluminação da quadra de basquete aberta.
  
1928 
Giuseppe Perrone (até 23/11/1928)
  
Conde Eduardo Matarazzo (23/11/1928)
Campeão Paulista de Segundos Quadros; Construção da Arquibancada Social do Estádio Palestra Itália
  
1929/1930/1931 
Conde Eduardo Matarazzo
Taça Estevão Ronai (29), Taça Fanfulla (29), Campeão Paulista de Segundos Quadros (29,30,31), Torneio Início do Campeonato Paulista (30); Lançamento da pedra fundamental do estádio Palestra Itália
  
1932 
Conde Eduardo Matarazzo (até 08/01/1932)
  
Dante Delmanto (08/01/1932)
Campeão Paulista, Campeão Estadual, Campeão Paulista de Segundos Quadros; Construção das arquibancadas populares e reforma do gramado do estádio Palestra Itália
  
1933 
Dante Delmanto
Campeão Paulista, Campeão do Torneio Rio-São Paulo, Taça dos Invictos, Torneio de Campeões SP-RJ. Em 05/11/33, Palestra Itália 8 x 0 Corinthians; Inauguração do Novo Estádio Palestra Itália, introdução do profissionalismo, transferência da sede social para o estádio Palestra Itália
  
1934 
Dante Delmanto (até 17/11/1934)
  
Raphael Parisi (17/11/1934)
Campeão Paulista, Campeão Paulista de Segundos Quadros; Ampliação da praça esportiva, adaptando o clube para a prática de diversos outros esportes, entre eles: atletismo, natação, tênis, tiro ao alvo. Inicia-se a construção de quadras de tênis, parque infantil e arborização do clube, publicação da primeira Revista Oficial do clube
  
1935/1936/1937 
Raphael Parisi
Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista (35), Campeão Paulista (36); Construção da Tribuna de Honra, Fundação do Departamento de Tênis, Fundação do Departamento Social
  
1938 
Raphael Parisi (até 27/12/1938)
  
Italo Adami (27/12/1938)
Campeão Paulista Extra, Campeão Paulista Extra de Segundos Quadros; Iluminação das quadras de tênis, primeira do gênero no país
  
1939 
Italo Adami (até 05/01/1939)
  
João Minervino (05/01/1939 a 29/05/1939)
  
Enrico De Martino (29/05/1939 a 16/07/1939)
  
Italo Adami (16/07/1939)
Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista; Inauguração da primeira quadra de basquete coberta
  
1940 
Italo Adami (licenciado em 30/04/1940)
  
João Minervino (assume em 06/05/1940)
Campeão Paulista, Torneio de Inauguração do Pacaembu
  
1941 
Italo Adami
Taça Cavalheiro Ernesto Giuliano, Taça Pinto de Castro
  
1942 
Italo Adami (até 27/10/1942)
  
Hygino Pellegrini (27/10/1942)
Campeão Paulista, Troféu Campeoníssimo, Torneio Início do Campeonato Paulista, Torneio de Campeões SP-RJ (42); Em setembro de 1942 acontece a mudança do nome de Palestra de S.Paulo, nome adotado meses antes em substituição a Palestra Itália, para Sociedade Esportiva Palmeiras. No dia 20 de setembro, o Palmeiras sagra-se Campeão Paulista, vencendo o São Paulo Futebol Clube por 3 a 1, no Pacaembu. Após o jogo, o treinador Armando Del Debbio profere a famosa frase, que entrou para os anais da história do clube: “O Palestra morre líder, e o Palmeiras nasce campeão.”
  
1943/1944 
Hygino Pellegrini
Campeão Paulista (44), Torneio de Campeões SP-RJ (44); Inauguração dos jardins do clube social
  
1945 
Hygino Pellegrini (até março/1945)
  
Estevam Margutti
  
Mário Frugiuele (de março/1945 a 26/06/1945)
  
Francisco Patti (26/06/1945)
Campeão da Taça Cidade de São Paulo; Criação do Conselho de Orientação Fiscal, popularização do “Periquito” como mascote oficial do clube
  
1946 
Francisco Patti
Taça Cidade de São Paulo, Torneio Início do Campeonato Paulista; Inauguração das novas instalações da concentração dos jogadores, localizada no Bairro do Tremembé.
  
1947 
Francisco Patti (até 28/02/1947)
  
Hygino Pellegrini (28/02/1947)
Campeão Paulista, Torneio de Campeões (SP-RJ); Lança-se a pedra fundamental da construção do Ginásio Palestra Itália; a equipe de futebol faz excursão pela América do Sul
  
1948 
Hygino Pellegrini
Vice Campeão Paulista, Taça Otto Barcelos; Inauguração da nova quadra de basquete
  
1949 
Hygino Pellegrini (até 11/02/1949)
  
Ferruccio Sandoli (11/02/1949)
Troféu Malmoe; Início das obras da construção do conjunto aquático. Pela primeira vez a equipe de futebol realiza excursão à Europa
  
1950 
Ferruccio Sandoli
Campeão da Taça Cidade de São Paulo, Campeão Paulista; Projeto do arquiteto Carlos Frederico Ferreira para construção do conjunto aquático é aprovado; lançamento da pedra fundamental do conjunto aquático do Palestra Itália.
  
1951 
Ferruccio Sandoli (até 27/02/1951)
  
Mário Frugiuele (27/02/1951)
Campeão Mundial Interclubes, Campeão da Taça Cidade de São Paulo, Campeão do Torneio Rio-São Paulo, Campeão das Cinco Coroas; Inauguração do novo pavilhão palmeirense
  
1952 
Mário Frugiuele
Torneio Quadrangular São Paulo-RJ; Criação do departamento médico; construção do ginásio de bochas
  
1953 e 1954 
Paschoal Walter Byron Giuliano
Primeira passagem deste presidente pelo Palmeiras, que, mais tarde, seria Campeão Brasileiro (72 e 73), Campeão Paulista (72,74 e 76), Campeão do Torneio Laudo Natel (72), Campeão do Torneio Sul Americano Mar Del Plata (72), Campeão do Troféu Ramon de Carranza (74 e 75); Além disso, efetuaria a instalação do placar eletrônico do estádio Palestra Itália, a inauguração do Palácio de Festas, a construção da sala de reuniões da Diretoria e a inauguração das piscinas do clube de campo.
  
1955 a 1958 
Mário Beni
Torneio Quadrangular do Recife (55), Torneio Início do Campeonato Paulista (58); Construção do bar-restaurante central do clube social, construção do ginásio Palestra Itália, inauguração das obras do conjunto aquático, vestiários, departamento médico, visita do presidente da República da Itália Giovanni Gronchi
  
1959 a 1970 
Delfino Facchina
Campeão Paulista (59, 63 e 66), Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista (69), Torneio Roberto Ugolini (59 e 60), Taça Brasil (60 e 67), Torneio de Lima (62), Torneio de Manizales (62), Taça Piratininga (63, 65 e 66), Torneio de Guadalajara (63), Torneio de Firenze (63), Torneio Rio-São Paulo (65), Taça Independência (65), Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro (65), Torneio Quadrangular de São Paulo João Havelange (66), Copa Brasil-Japão (67), Torneio Roberto Gomes Pedroza (67 e 69), Troféu Ramon de Carranza (69); Transformação do estádio Palestra Itália em Jardim Suspenso, compra e construção do clube de campo, excursão à América Central, inauguração da arquibancada da entrada a av. Francisco Matarazzo, inauguração do ginásio Palestra Itália, construção de novas piscinas no conjunto aquático, iluminação do estádio Palestra Itália, construção do Palácio de Tênis, construção de poços artesianos, construção da nova concentração para o futebol do Palmeiras, construção de inúmeras quadras poliesportivas, urbanização do clube social, construção do play-ground, criação do Grupo Escolar de Alfabetização
  
1971 a 1977 
Delfino Facchina (até 28/02/1971)
  
Paschoal Walter Byron Giuliano (01/03/1971)
Taça dos Invictos (72 e 73), Campeão Brasileiro (72 e 73), Campeão Paulista (72,74 e 76), Torneio Laudo Natel (72), Torneio Sul Americano Mar Del Plata (72), Troféu Ramon de Carranza (74 e 75); Instalação do placar eletrônico do estádio Palestra Itália, inauguração do Palácio de Festas, construção da sala de reuniões da Diretoria, inauguração das piscinas do clube de campo
  
1977/1978 
Jordão Bruno Sacomani (substituído no cargo)
  
Brício Pompeu de Toledo (concluiu o mandato)
Vice-Campeão Brasileiro (78), Copa Kirin (78); Ampliação das atividades culturais e religiosa, com a ativação da missa, teatro, cinema, grupo escoteiro, alfabetização, artes, literatura, música e espetáculos
  
1979 a 1982 
Delfino Facchina (falecido durante o mandato em junho/80)
Troféu A Gazeta Esportiva (79)
  
Brício Pompeu de Toledo (concluiu o mandato)
Troféu Ademir da Guia (82); Construção do novo prédio Administrativo
  
1983/1984 
Paschoal Walter Byron Giuliano
Torneio do Café (84) Reformas e manutenção da estrutura do clube social, estádio Palestra Itália e clube de campo
  
1985 a 1988 
Nelson Tadini Duque
Vice-Campeão Paulista (86); Construção do ginásio General Adalberto Mendes, início das obras da Academia de Futebol
  
1989 a 1992 
Carlos Bernardo Facchina Nunes
Vice-Campeão Paulista (92), Taça dos Invictos (89), Torneio Euro-América (91); Inauguração da Academia de Futebol da Barra Funda, assinatura do primeiro contrato de co-gestão do futebol brasileiro (Palmeiras-Parmalat)
  
1993 a 2004 
Mustafá Contursi Goffar Majzoub
Campeão Paulista (93), Torneio Rio São Paulo (93), Campeão Brasileiro (93), Campeão Brasileiro (94), Campeão Paulista (94), Campeão Paulista (96), Copa Sul-Americana Mercosul (98), Copa do Brasil (98), Copa Libertadores da América (99), Torneio Rio São Paulo (00), Copa dos Campeões (00), Campeão Brasileiro-B (03); Construção das piscinas aquecidas, reformas na Academia de Futebol da Barra Funda, aquisição da Academia de Futebol de Guarulhos, aquisição do terreno da Companhia Antártica Paulista, anexo ao clube social
  
2005 a 2008 
Affonso Della Monica Netto
Campeão Paulista (08) Aprovação do projeto da Arena Palestra Itália, modernização do clube social, Academia de Futebol e do estádio Palestra Itália, reforma e ampliação do gramado do estádio Palestra Itália, inauguração do novo Salão de Troféus, reforma do Palácio do Tênis, criação do Espaço Visa no setor de arquibancadas, nova iluminação do Palestra Itália, instituição de urnas eletrônicas nas eleições oficiais, reformas gerais no clube de campo, reformas gerais na Academia 2, novas salas de imprensa na Academia e estádio Palestra Itália
  
2009/2010 
Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo
Conquistas Esportivas: Campeão Paulista sub-20 (09)
Grandes Feitos: Início das Obras da Arena Palestra Itália.
  
2010 
Salvador Hugo Palaia
  
2011/2012 
Arnaldo Luiz Albuquerque Tirone
Conquistas Esportivas: Campeão da Copa do Brasil (12)
Grandes Feitos: Aprovação das eleições diretas para presidente.
  
2013/2014 

 
 Paulo de Almeida Nobre
  
 

 
Presidentes Honorários do Palestra Itália – Palmeiras
Presidente Honorário Perpétuo: Comendador Pietro Baroli Presidente Honorário: Ermelino Matarazzo Presidente Honorário: Conde Francesco Matarazzo Presidente Honorário: Francesco Matarazzo Jr. Presidente Honorário: Serafino Mazzolini

Fundadores do Palestra Itália
Por excelência: Luigi Cervo, Luigi Emanuele Marzo, Antonio Aulicino, Francesco De Vivo Nipote, Adolfo Izzo, Genaro Romano Filho, Luigi Izzo, Giorgio Giannetti, Clementino Del Ciello, Michelle Archanjo Ciello, Alfonso Mosca, Ezequiel Simoni, Oreste Romano, Armando Rebucci, Giulio Giannetti, Vincenzo Ragognetti, Alvaro F. Silva, Francesco Morelli, Luigi Medici fu Rosario, Michelle Tavolaro, Guido Giannetti, Amadeo Bucciarelli, Luigi Medici, Francesco Camargo, Onofrio Lilla, Giovanni Lamacchia, Delfo Betti, Eugenio Gallo, Alfredo Izzo, Alfredo Migliore, Vincenzo Rizzo, Giuseppe Nigro, Antonio Gallucci, Alfonso de Azevedo, Giuseppe Prince, Giovanni Rossi, Ercole Russo, D. Carlo Magno,Vincenzo Cillento, Battista Nanini, Felice Fincato, Silvio Guida, Benedetto Rizzo, Dante Cocozza, Giovanni Principato, Mario Cilento, Oberdan Zamboni?
Nomeados por atos de benemerência: Conde Rodolfo Crespi, Michele Doganiero, Antonio de Gouveia G., Ippolito R. da Costa, Vincenzo Latuchella, J. M. da Cunha Jr., Andrea Matarazzo, Menotti Falchi, Alessandro Marcondes Filho, Arturo Spengler, Filippo Tommaselli, Federico Tommaselli, Rodolfo Kesselring, Alario Biagio, Giuseppe Tommaselli, Giulio Pignatari, Guilherme Kawall, Biagio Altieri, Conde Adriano Crespi, Nicola Sericchio, Alessandro Siciliano, Paolo Siciliano, Eduardo Matarazzo.